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Renda básica e igualdade racial:

  • 20 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 15 horas

Diálogos para a construção de um projeto global de Justiça Distributiva




Como a ideia de Justiça Racial e Distributiva nos ajuda a pensar no combate às desigualdades? Esta é a pergunta norteadora das Oficinas de Formação do DesJus 2025 — Justiça Racial e Distributiva: Políticas Públicas e Transmissão de Renda, em seminários abertos ao público.


A primeira mesa do ciclo contou com a participação de especialistas que, a partir de diversas perspectivas do mundo, construíram um diálogo Sul-Sul-Norte que problematizou as dimensões coloniais e neocoloniais das desigualdades contemporâneas.


Entre os convidados, destacam-se o filósofo e economista belga Philippe Van Parijs, considerado uma das principais referências em renda básica universal; o deputado estadual Eduardo Suplicy, e a professora, e ex-vereadora, Claudete Alves, proponente da Ação Civil Pública contra o Estado Brasileiro, que reivindica indenização pelos danos causados a todos os descendentes de negros africanos escravizados no Brasil.


O evento também contou com a contribuição da experiência prática de Sarath Davala sobre implementação de políticas de renda básica no contexto indiano; e do sociólogo Henrique Moreira, pesquisador do Afro-Cebrap, vencedor do III Prêmio Orçamento Público, Garantia de Direitos e Combate às Desigualdades, a partir do seu estudo sobre fundos para o combate às desigualdades raciais.


A articulação resultou da parceria entre o Desjus, o Afro-Cebrap, o Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva (NDAC), o Observatório da Branquitude e a Rede Brasileira de Renda Básica.




 
 
 

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