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Redistribuição de renda e reparação

  • 8 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 25 de mar.

Políticas públicas e movimentos sociais no enfrentamento à desigualdade racial




No terceiro encontro das Oficinas de Formação do DesJus 2025 , participaram, como debatedores, Dennis de Oliveira (USP/Rede Quilombação) e Tatiane Matheus (GT Gênero e Justiça Climática do Observatório do Clima). A mediação foiá feita por Monika Dowbor (NDAC/UFRGS/INCT-Participa).


Ao demonstrar que enfrentar a desigualdade racial no Brasil exige políticas públicas reparatórias que redistribuam recursos, riscos e poder, a mesa enfatizou a necessidade de deslocar a estrutura de dominação racial que sustenta o capitalismo contemporâneo.


Esta oficina foi uma parceria do DesJus, o Afro-Cebrap, o Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva (NDAC), o Observatório da Branquitude, a Aliança pelo Fortalecimento da Sociedade Civil e a Fundação Tide Setubal.





Dennis de Oliveira

Professor Titular em Jornalismo e Interfaces Sociais: Diversidade Étnica e Interseccionalidades pela ECA/USP. Possui graduação em Comunicação Social Habilitação Em Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1986), mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1992) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1998). Atualmente é professor em RDIDP (Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa) na Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação Popular, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação e cultura, processos mediáticos e culturais, comunicação e recepção, processos mediáticos e jornalismo, mídia e racismo, e integração na América Latina. É coordenador do CELACC (Centro de Estudos Latino Americanos de Cultura e Comunicação) da Universidade de São Paulo. É professor do Programa de Pós Graduação em Mudança Social e Participação Política da EACH/USP e do Programa de Pós Graduação em Integração da América Latina da USP. Coordenador do GT "Epistemologias decoloniais, territorialidades e cultura" do CLACSO (Conselho Latino Americano de Ciências Sociais) 2019-2022.



Tatiane Matheus

Jornalista especializada em Justiça Climática. É autora do "Vozes femininas pela recuperação econômica verde" (LabOC, 2023) e um dos autores do livro  "Justiça Climática e Vulnerabilidades" (Editora Foco, 2024). Mestre em Produção e Gestão Audiovisual (Universidade da Coruña), pós-graduada em Política e Relações Internacionais (FESP-SP) e Direitos, Desigualdades e Governança Climática (UFBA).



Monika Dowbor

Doutora em Ciência Política pela USP, professora do Bacharelado em Saúde Coletiva da UFRGS,  coordenadora do Núcleo Democracia e Ação Coletiva (NDAC) do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e membro do Comitê Gestor do INCT-Participa.  Trabalha com a abordagem de neo-institucionalismo histórico, focando os processos de (des)institucionalização a partir de movimentos sociais nas interfaces com as políticas públicas. Conduz atualmente a pesquisa sobre movimentos sociais e questão tributária.

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