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Justiça racial e distributiva

  • 10 de set. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 15 horas

Entre o reconhecimento e a redistribuição




Voltado para debater como a justiça racial e distributiva nos ajudar a pensar no combate às desigualdades, o ciclo de Oficinas de Formação do DesJus 2025 realizou o seu segundo encontro no dia 10 de setembro.


Participaram Eliane Barbosa da Conceição, doutora em Administração pela FGV-EAESP e autora do livro “Tributação Justa, Reparação Histórica: uma discussão necessária”; e Francisco Mata Machado Tavares, coordenador do Observatório Brasileiro do Sistema Tributário. A mediação foi feita por Mônica Oliveira, cientista política, gestora de políticas públicas e produtora cultural, além de fundadora DesJus no Cebrap.


Esta oficina foi uma parceria do DesJus, o Afro-Cebrap, o Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva (NDAC), o Observatório da Branquitude, a Aliança pelo Fortalecimento da Sociedade Civil e a Fundação Tide Setubal.




 
 
 

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