Justiça racial e distributiva
- 10 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 19 de mar.
Entre o reconhecimento e a redistribuição

Voltado para debater como a justiça racial e distributiva nos ajudar a pensar no combate às desigualdades, o ciclo de Oficinas de Formação do DesJus 2025 realizou o seu segundo encontro no dia 10 de setembro.
Participaram Eliane Barbosa da Conceição, doutora em Administração pela FGV-EAESP e autora do livro “Tributação Justa, Reparação Histórica: uma discussão necessária”; e Francisco Mata Machado Tavares, coordenador do Observatório Brasileiro do Sistema Tributário. A mediação foi feita por Mônica Oliveira, cientista política, gestora de políticas públicas e produtora cultural, além de fundadora DesJus no Cebrap.
Esta oficina foi uma parceria do DesJus, o Afro-Cebrap, o Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva (NDAC), o Observatório da Branquitude, a Aliança pelo Fortalecimento da Sociedade Civil e a Fundação Tide Setubal.

Eliane Barbosa da Conceição
Professora do curso de Administração Pública da Unilab-CE. Doutora em Administração pela FGV-EAESP (2013). Coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão Fundo Público e Políticas Sociais (GFPPS - Lattes), por meio do qual realiza pesquisa e programas de extensão sobre os temas orçamento público, tributação e políticas sociais, transversalizando a questão racial. O GFPPS também abriga, em parceria com a Plataforma JUSTA, o projeto de intervenção social “Tributação JUSTA, Reparação Histórica”. Autora do livro “Tributação Justa, Reparação Histórica: uma discussão necessária”. Principais interesses de pesquisa: Orçamento Público, Tributação de desigualdades e Política de Igualdade Racial.

Francisco Mata Machado Tavares
Coordenador do Observatório Brasileiro do Sistema Tributário. Dedica-se às atividades de extensão, clínica jurídica, teorização e pesquisa empírica em temas como tax morale, tributação global, política fiscal, direito tributário, tributos na interface entre gênero, raça e classe e relações entre justiça fiscal e justiça climática. É professor associado da Faculdade de Direito da UFG e introduziu o campo da Sociologia Fiscal no Brasil. É doutor em ciência política e bacharel em direito.

Mônica Oliveira
Cientista política, gestora de políticas públicas e produtora cultural com mais de 12 anos de experiência na intersecção entre academia, gestão pública e cultura. Mestre em Ciências Sociais pela UNIFESP, integrou a equipe de coordenação de grandes eventos culturais paulistanos, como o Carnaval de Rua e a Virada Cultural, gerenciando projetos de larga escala na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Desde 2018, fundou e coordena o Seminário de Pesquisa sobre Desigualdades e Justiça (DesJus) no CEBRAP, desenvolvendo iniciativas voltadas para formação e divulgação científica sobre questões de Justiça e Desigualdades.



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