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Branquitude, acúmulo e desigualdade

  • 29 de out. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 14 horas

Estruturas raciais da concentração de renda no Brasil




O quarto encontro do ciclo de Oficinas de Formação do DesJus 2025 foi uma discussão essencial sobre como o racismo molda a economia e a distribuição de riqueza no país.


A oficina partiu do conceito de “pacto narcísico da branquitude”, formulado por Cida Bento, para analisar a estrutura histórica de poder e acúmulo. Foram debatidos os caminhos que ligam o patrimônio branco contemporâneo à violência colonial, à escravidão, à desigualdade tributária e às narrativas meritocráticas que sustentam esse sistema. O encontro propôs uma reflexão sobre justiça distributiva e reparação racial, articulando políticas de tributação progressiva, democratização do crédito e ações afirmativas voltadas ao patrimônio, combinando reconhecimento simbólico e redistribuição material.


Participaram da conversa Rhaysa Ruas (Rede A Ponte), Sergio Costa (MECILA/FU Brelim) e Maitê Gauto (Oxfam Brasil). A mediação foi feita por Manuela Thamani, diretora executiva e cofundadora do Observatório da Branquitude.


A oficina foi uma iniciativa conjunta do Desjus, Afro-Cebrap, NDAC (Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva), Observatório da Branquitude, Aliança pelo Fortalecimento da Sociedade Civil e Fundação Tide Setubal.




 
 
 

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