Tecnologias do Quilombo: Epistemologias Afro-Diaspóricas de Vitalidade
- 19 de out. de 2023
- 1 min de leitura

“Neste artigo, busco investigar como a tecnologia do quilombo tem reverberado e sido ativada nas disputas existenciais e políticas no território conhecido como Brasil.” É assim que Juliana M. Streva apresenta o trabalho que orientou a nossa quarta Oficina de Pesquisa do Desjus, que aconteceu no dia 19 de outubro de 2023. O desafio assumido por Juliana foi o de “escutar-sentir-aprender” com o quilombo enquanto possibilidade metodológica, política e existencial, que tem no filme Orí (1989), nos trabalhos de Beatriz Nascimento e nas conversas com Erica Malunguinho parte importante do seu quadro referencial. O objetivo foi “aprender com as epistemologias anunciadas pelo Pensamento Radical Negro, especialmente nos territórios hoje conhecidos como Brasil e Caribe”.

Juliana M. Streva
Pesquisadora transdisciplinar e docente em pós-doutoramento na Freie Universität Berlin, vinculada aos institutos de Sociologia e de Estudos da América Latina, e integrante do Programa “Beyond Social Cohesion - Global repertoires of Living Together” (RePLITO) da Berlin University Alliance. Ela é doutora em direito pela Freie Universität Berlin e mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela PUC-Rio. Seus trabalhos, escritos e audiovisuais, investigam e abordam questões relacionadas com violência colonial, democracia, discurso jurídico, teorias críticas (anti-colonial, antirracista, feminista e kuir) e articulação poético-política.



Comentários