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Legal Research Otherwise

  • 4 de mar.
  • 1 min de leitura

Deep Listening and Choreography as Method-Making




Na segunda edição da Oficina de Teoria Política do Desjus – Cebrap 2026, recebemos Juliana Streva (Universidade de Harvard) para a apresentação da oficina “Legal Research Otherwise: Deep Listening and Choreography as Method-Making”.


Na oficina, Juliana Streva explorou algumas dimensões centrais de seu mais recente livro “Law, Femicide, and Countercolonial-Feminist Praxis”, no qual investiga, segundo a autora, os legados ocultos do pensamento jurídico moderno e expõe os entrelaçamentos entre feminicídio, colonialismo e a escravidão no Atlântico Negro ao mesmo tempo em que propõe caminhos contracoloniais para a justiça.




Juliana Streva

Pesquisadora transdisciplinar do direito e cineasta experimental. Seu trabalho investiga a relação entre direito moderno e colonialidade, bem como seus desdobramentos políticos, epistêmicos e ontológicos no presente, conectando-os a mobilizações de base e práticas insurgentes de transformação. Sua pesquisa resultou no livro Law, Femicide, and Countercolonial-Feminist Praxis (Routledge, 2026), que escava as fundações coloniais do pensamento jurídico moderno, revelando os vínculos entre feminicídio, escravidão e suas persistências contemporâneas. Por meio de metodologias transdisciplinares e da escuta atenta a ativistas de movimentos de base, o livro questiona os limites do liberalismo jurídico e propõe caminhos anti/contracoloniais de justiça. Atualmente, Juliana é pesquisadora do Institute for Global Law and Policy (IGLP) da Harvard University. É doutora em Direito pela Freie Universität Berlin e mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

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