top of page

Fascismo e liberalismo: afinidades seletivas

  • 11 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura



No dia 11 de junho de 2025, aconteceu a terceira edição da Oficina de Teoria Política do Desjus – Cebrap. Nesta ocasião, contamos com a presença do professor Álvaro Bianchi (Unicamp), que debateu seu último livro, intitulado Fascismo e liberalismo: afinidades seletivas. Sobre a relevância de retomar os estudos do fascismo não apenas sob uma perspectiva histórica, mas também como parte de um diagnóstico do presente, Bianchi é enfático:


“Em meados dos anos 1960, Ernst Nolte podia afirmar despretensiosamente que o fascismo não tinha mais ‘um significado real’ e que, portanto, ‘o próprio tema deste estudo exclui qualquer referência a acontecimentos do presente’. Infelizmente, hoje não é assim. Antigas organizações neofascistas, convertidas em máquinas eleitorais, disputam, ganham pleitos e governam países, combinando, em diferentes proporções, ultranacionalismo, conservadorismo moral e autoritarismo.”




Álvaro Bianchi

Professor Titular de Ciência Política e Coordenador do Laboratório de Pensamento Político (Pepol) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É pesquisador associado do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-Ineu). Realizou estágios de pesquisa como visitante na Università di Torino, na Università di Bologna, Columbia University, Fondazione Gramsci, Brunel University e Università per Stranieri di Perugia. Integra o Comitê Coordenador da International Gramsci Society, o Conselho Editorial do International Gramsci Journal e os comitês científicos das coleções Marx 21 e Per Gramsci. Seus estudos concentram-se na história do pensamento político italiano e brasileiro. Atualmente pesquisa sobre os fascismos em perspectivas comparativas e transnacionais.


Comentários


bottom of page