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Como Afetos Políticos Podem Ser Indicadores de Injustiça?

  • 20 de jul. de 2023
  • 1 min de leitura



Seria possível encontrar relevância epistêmica de relatos e experiências subjetivas na crítica à injustiça? Se por um lado, a tradição de(s)colonial tem se destacado por suas críticas potentes às pretensões de universalidade para relatos e experiências particulares, de outro lado, não são sempre evidentes os critérios normativos que sustentam as perspectivas em primeira pessoa. Nesta oficina, Filipe Campello assumiu o desafio de apresentar essa tensão e desenvolver um argumento capaz de incorporar as vantagens teóricas das teorias de(s)coloniais, sem negligenciar os potenciais da crítica à injustiça.




Filipe Campello

Professor Adjunto no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco e coordenador do Núcleo de Estudos em Filosofia Política e Ética (NEFIPE / UFPE). Doutor em Filosofia pela Goethe-Universität Frankfurt (orientação: Axel Honneth e Christoph Menke), realizou pós-doutorado na The New School for Social Research (supervisão: Nancy Fraser), tendo recebido o Fulbright Junior Faculty Member Award, e foi professor visitante nas Universidades de Perugia, Bergen, e Senior research fellow no Centre for Global Cooperation da Universidade de Duisburg-Essen. Integrou o grupo de pesquisa em teoria crítica no Instituto de Pesquisas Sociais em Frankfurt e o Cluster Normative Orders, ligado à Universidade de Frankfurt.

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